Tenho escrito pouco, mas vou voltar.
Escrito por Caio Tosi às 11h28
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A festa anda Sigo a trilha De testa a gente manda Outro shoot de tequila Todos dançam na ilha É preciso ser da banda Ao menos da quadrilha Vejas com quem anda Sou o pior da matilha.
Escrito por Caio Tosi às 15h31
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A festa anda Sigo a trilha De testa a gente manda Outro shoot de tequila Todos dançam na ilha É preciso ser da banda Ao menos da quadrilha Vejas com quem anda Sou o pior da matilha.
Escrito por Caio Tosi às 15h22
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Casa Vazia Sopro fumaça no vidro Acelero sem pressa de chegar Seco os olhos e abro a porta Ninguém está comigo Te esperava no mesmo lugar A casa toda está morta Doía por que éramos sensíveis To pensando em quebrar os moveis Pelo menos doemos felizes Venerando semblantes amáveis Me dirijo ao nosso espelho Odeio meu rosto sozinho Tudo parece muito velho Quero botar fogo no ninho Deprimente, eu e esse vinho barato Brindando um brinde com as baratas Tão inútil quanto um rato Com o olhar do mais pidão dos vira-latas Procuro te ouvir no silencio Mas só vem poesia e mais poesia De nada me serve este vício Só pra não incendiar a casa vazia.
Escrito por Caio Tosi às 01h25
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Paz Hoje tenho mais motivos pra frear Mas não vou aprender a mentir Junto a melhor parte de mim pra te dar Afinal... Alguma razão o amor nos faz sentir Quando a festa acabar Quando tudo mais for embora Ainda temos como dançar A valsa é lenta, mas não demora Nada é tão previsível Como eles tentam dizer Seja mais sensível Com intensidade e prazer Deus sabe o que faz Ou o que deixa acontecer Ninguém encontra paz Sem aprender a sofrer.
Escrito por Caio Tosi às 00h24
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Nunca calei um verso
Que não fosse meu
Sempre quis a linha
Que ninguém escreveu
Dentro da minha caneta
Existe uma mente inquieta
Eternamente satisfeita
Por não se satisfazer.
Escrito por Caio Tosi às 23h58
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Romper ou morrer
É romper ou morrer
Desde a hora de nascer
Até o tempo de correr
Romper o véu das mentiras
Deixar a própria razão da verdade
Levar-nos então as loucuras
Não mais loucos que a sociedade
Libertai-nos em rupturas
Para viver a própria velocidade
Escrito por Caio Tosi às 21h28
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¼ de vida
Um quarto de vida
São só estes vinte anos
Eterna despedida
Aos muitos enganos
O que se tem na mão
Em meio a tantas fantasias
Um palpitante coração
Justificado em poesias
Já não mais tão rebelde
Longe do conformismo
Quando cresce se entende
Melhor fazer com cinismo
O tempo que parecia infinito
Passa cada vez mais rápido
Não conserva o rosto bonito
Torna o cada vez mais pálido
Entre o sereno e o aflito
Pelos, mais pelos, ou barbas
Quero sob minhas bochechas
Que já não são tão rosadas
Nem mesmo após mil cervejas
Seria certa minha maturidade
Sem saudosismo adolescente
Se eu visse sentido de verdade
No que prepararam para a gente.
Escrito por Caio Tosi às 01h23
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Outra direção...
Meu saudosismo não é falta de esperança
A gente só quer voltar para mais perto de nós mesmos
A velocidade da maquina que ninguém alcança
Faz mais depressa, os velhos e novos erros
Sei que tenho algo a fazer, não sou mais criança
Não sou inocente, mas não perdi a coragem
Assumo a culpa de hoje e do passado
Do petróleo nas veias até a carruagem
O mundo quase sempre tomou rumo errado
Meu avô deve ter vivido melhor
Quando se ensinava poesia na escola
Antes preparar anestesia para dor
Quando alguém de baixo pede esmola
Acontece que as pessoas cansaram de buscar a vida
Vivem uma ilusão que já vêem pronta
Buscando coisas sem por que, tendo a alma reprimida
Além das outras coisas que o dinheiro não conta
Olhe até aonde chegamos no dilema ´´grana ou grama?``
As cidades cospem fumaça para o alto
E assim nenhum dos deuses ouvirá quem chama
A mãe terra esta toda suja de asfalto
A natureza que serve a gente virou problema
Já gastamos tempo de mais nessa rota
Então o que há de errado na contra mão?
A muito tempo o certo é o do contra
Que vive tentando dividir o coração
É quem reclama e quem aponta
Os erros desta tal civilização
Gritando urgente no agora:
Tomemos outra direção!
Se não....
Escrito por Caio Tosi às 17h19
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Me espera em algum refrão comercial
No meio da bosta das rádios
Vão nos dizer quem somos
Onde ter quase de tudo é essencial
Ao revés dos amantes tardios
Pouco disto nós merecemos
Veja estes humanos deslumbrados
Com qualquer pequeno infinito
Seja no tolo sonho dos namorados
Ou sob um céu imenso e bonito
Os olhos se sentem bem
Olhando onde não há limites
Felizes eles vêem
Limpos e amplos horizontes
Olha calma a fúria do mar
O amor não vai nos poupar da morte
Não há nada nos pedindo pressa
A intensidade não depende da sorte
Então vamos ao que interessa
Escrito por Caio Tosi às 01h04
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Correr o mundo
Com os pés no chão
Sob o mesmo céu
Sei que vou chegar
Te ver sorrindo
Entre a multidão
Vai ser mais fácil
Estando noutro lugar
Vou sem a besteira
De quando romântico
Quero a coisa verdadeira
Viver o lado mais prático
Descansa na sua esteira
Olhando pro céu oblíquo
Que até o fim de sexta feira
Você vai estar comigo
Escrito por Caio Tosi às 18h42
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Se as consciências muitas vezes nos entristecem
A emoção é todo e único remédio
Alguém se aventura dentro de um corpo
Que por sua vez se aventura no mundo
A vida é um livro aberto
Mas teoria não estrutura ninguém
A emoção é remédio
Mas pode ser veneno
Se a razão traz tédio
Emoção pode fazer inferno
Que seja torta a caminhada
Inconstância abençoada
O sol não seria tão lindo
Se não faltasse às vezes
Nem o luar seria tão belo
Se não mudasse nove vezes
Desistam de querer as coisas certas
Usurpando só a emoção do outro
Desistam de considerar coisas certas
Embasados só na razão do outro
As chaves dos paraísos que tanto queremos
Encontram-se só depois
De vencermos nossos próprios infernos.
Escrito por Caio Tosi às 10h54
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Bons cacos
Das minhas vontades
Reprimo pouca coisa
Muitas possibilidades
Na mesma plataforma
Diversos caminhos
Acabam da mesma forma
Quero ver sorrisos
Até a hora de ir embora
Os dias não são os mesmos
Faço desses cacos
O melhor dos vasos
Talvez dois frascos
Salvos por acaso
Dou um pouco de mim
Dentro de versos num papel
Contrastando belezas
O amor eu sinto assim
Envelhecendo as coisas
E tudo que é só meu.
19/02
Escrito por Caio Tosi às 23h36
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Mundo moderno
Um bom vinho
Ou um vagabundo mesmo
Mais um fininho
Esse só pode do verdíssimo
Eis meu caminho
Consciente e longe do abismo
O mundo de hoje
É o mais hard-core
Por demais caótico
Parecido com eletrônico
O mundo moderno
É o fundo do inferno
Quem não se cuida
É quem se perde na ida
Resultado de tanto egoísmo
Somos uma geração incrédula
Com a porra do ser humano
Como dados ou em cédula
Compramos qualquer engano
Nascemos com menos chances de futuro
Sob uma terra de saco cheio da gente
Viemos dos tijolos que fazem o muro
Da nossa moral descrente e decadente.
Escrito por Caio Tosi às 23h05
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se alguém tiver sugestão de título pode deixa no comentario
O Brasil precisa de terrorismo
Não terror nas ruas por que isso já tem
Ele precisa de terrorismo no senado
Pra da lista de corruptos não sobrar ninguém
Precisamos de uma organização
Uns revoltados e muitos heróis
Que se matem por uma nova nação
Melhor seriam loucos heróis
Com o ideal regendo o pulso do coração
Existem armas nas ruas
Matando por dez reais
Há algumas pessoas
Desviando quantias irreais
Renunciando poltronas
Para depois voltar e roubar mais
Entre as duas classes de vitimas
O alvo e o gatilho, o povo e a fome
Bilhões de contribuintes otários
Esperando as promessas legítimas
De acordo com os tributários
Assassinos matadores pelo povo
Mártires salvadores e lideres
Limpando o lixo dos poderes
Fazendo erguer-se um estado novo
Morte aos corruptos! Salvemos-nos povo!
Seja um cidadão patriota,
Mate um ladrão de gravata
Escrito por Caio Tosi às 15h58
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